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Parece que o fim da espera finalmente chegou: saiu hoje a versão 14.5 do iOS, o sistema operacional dos dispositivos Apple. A atualização, em testes desde fevereiro deste ano, traz uma nova gama de funções para os produtos da empresa de Cupertino, incluindo o suporte aos AirTags, lançados na semana passada. Além disso, versões 14.5 do iPadOS e tvOS também devem ir ao ar ainda esta semana.

Dentre as novas funções do iOS 14.5 está a possibilidade de desbloquear o iPhone usando o FaceID sem tirar a máscara, usando um Apple Watch sincronizado. O novo método de desbloqueio funciona apenas para evitar exposição ao coronavírus em locais públicos, mas não para pagamentos no Apple Pay ou Apple Store – estes continuam precisando do reconhecimento facial.

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A versão 14.5 do iOS também sai com uma novidade para o iPhone 12. Agora, os smartphones terão suporte global a 5G no modo dual-SIM, ou seja, duas linhas com suporte ao novo protocolo de redes. Até então, os aparelhos da Apple só tinham suporte a 4G LTE. Além disso, a atualização também corrige um bug de bateria dos modelos de iPhone 11.

Outras das novas funções presentes envolvem detalhamento de lotação no Apple Maps e tráfego ao estilo Waze. A versão também veio com novos emojis e vozes para Siri, além de streaming de exercícios do Apple Fitness+ no AirPlay 2. Os aficcionados em jogar no celular também terão uma boa notícia: a atualização traz suporte a controles de Playstation 5 e Xbox Série X para os iPhones e iPads.

Outra das novidades da atualização do iOS 14.5 está em como o sistema operacional irá tratar a música. Agora, os usuários podem selecionar qual o aplicativo de música padrão para a Siri efetuar as buscas, não necessitando ficar restrito ao Apple Music. A nova versão também veio com um redesign do aplicativo de podcasts.

Atualização do iOS 14.5 mantém transparência de rastreamento

Uma das mudanças de destaque com o iOS 14.5 é que o sistema sai com a nova política de transparência de rastreamento de apps. A mudança, que o CEO Tim Cook considera um passo natural para as políticas de uso, obriga os desenvolvedores a deixarem claro que utilizam rastreadores, e permite que usuários optem por não ceder seus dados.

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A política de anti-tracking causou alvoroço para alguns gigantes da big tech, como o Facebook, cujo modelo de negócio é amplamente baseado em vigiar seus usuários. Desenvolvedores chineses começaram a estudar uma maneira de burlar as políticas da Apple com o CAID, que por sua vez, podem acabar banidos da loja virtual.

Via MacRumors