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Após a invasão do Capitólio em janeiro desse ano, várias plataformas digitais como Facebook, Twitter e Snapchat tomaram a atitude de banir o ex-presidente dos Estados Unidos e apoiadores (os trumpistas). Agora, Trump entrou na plataforma de vídeo Rumble. Concorrente do YouTube, essa plataforma canadense se tornou muito popular pelos conservadores dos Estados Unidos, principalmente por ser pouco censurada.

Vale dizer que no começo do ano, o Rumble (lançado em 2013), decidiu processar Google nos EUA. Chris Pavlovski, o CEO do Rumble, disse que a conta verificada de Trump foi criada no último sábado (26/06), mas, não quis comentar sobre o assunto mais profundamente. No mesmo dia, em sua conta oficial no Twitter, o conselheiro do ex-presidente americano, Dan Scavino publicou sobre um discurso que Trump faria e que a transmissão ao vivo seria através da nova plataforma.

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Comunicação de Trump com apoiadores

Para o site Reuters, a porta-voz do ex-presidente Liz Harrington, revelou que a entrada do ex-presidente Donald Trump no Rumble foi além do plano de começar a plataforma própria para se comunicar com seus apoiadores, sendo que, no início do mês, Trump decidiu fechar seu blog recém-lançado. Harrington ainda complementa, dizendo que a entrada na plataforma “É uma ótima maneira de alcançar o povo americano em um momento de ataque sem precedentes à liberdade de expressão em nosso país por parte dos tiranos da Big Tech”.

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A empresa por trás do app Rumble tem alguns investidores famosos como o polêmico empresário Peter Thiel e o autor JD Vance. Vale lembrar que até mesmo o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg culpou Donald Trump pela invasão do Capitólio. Recentemente, o Facebook manteve suspensão de Trump até 2023. Além disso, o Twitter derrubou perfis que tentaram driblar banimento de Trump, ou seja, ficou sem as principais opções no mercado de redes sociais e precisou apelar para outra solução. Sua experiência de criar sua própria rede social foi bem mal sucedida.

Via Gadgets 360

Imagem: Andrew Cline / Shutterstock