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Nesta sexta-feira (04/06), o Facebook anunciou que vai manter a suspensão de Trump de suas plataformas até pelo menos janeiro de 2023, seguindo a recomendação de seu comitê. Trump foi suspenso do FB um dia depois da invasão do Capitólio dos EUA em 6 de janeiro, que resultou em 5 mortos, por incitar o incidente violento.

“Dada a gravidade das circunstâncias que levaram à suspensão do Sr. Trump, acreditamos que suas ações constituíram uma violação severa das nossas regras, o que fez por merecer a maior penalidade disponível sob nossos novos protocolos de aplicação”, escreveu Nick Clegg, chefe de questões globais do Facebook, no post.

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A decisão do Facebook de manter a suspensão de Trump significa que o ex-presidente não poderá usar a plataforma durante as eleições para membros do Congresso americano em 2022, mas também que ele poderá estar de volta na rede social para a eleição presidencial de 2024. O ex-presidente dos EUA continua suspenso permanentemente pelo Twitter e YouTube.

Trump critica sua suspensão no Facebook

Trump, claro, não ficou nada feliz, e escreveu numa declaração na sexta: “A decisão do Facebook é um insulto para as 75 milhões de pessoas, e muitas outras, que votaram em nós na Eleição Fraudada de 2020. Eles não deveriam ter a permissão de se safar dessa censura e silenciamento, e no final das contas, vamos vencer. Nosso País não vai mais aguentar esse abuso! Da próxima vez que eu estiver na Casa Branca, não haverá mais jantares, a pedido dele, com Mark Zuckerberg e sua esposa. Será apenas negócios”.

Além de manter a suspensão de Trump, o Facebook também anunciou que vai começar a considerar violação de conteúdo de políticos da mesma maneira que considera violações de usuários comuns. Políticos que cometerem cinco violações das regras da plataforma receberão suspensão de 30 dias ou mais, dependendo da gravidade do caso.

Ativistas e organizações há tempos pedem que as redes sociais tenham uma abordagem mais dura para líderes mundiais que violam suas regras, como o Supremo Líder do Irã Ali Khamenei e o presidente Jair Bolsonaro.

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Via Reuters

Imagem: Gayatri Malhotra/Unsplash