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O diretor financeiro do Twitter, Ned Segal, declarou que o banimento de Trump é irreversível – mesmo que ele venha a ser candidato outra vez. Em entrevista à emissora norte-americana CNBC, o representante da rede social pôe um ponto final em como a plataforma administraria a decisão após os episódios de incitação à violência no capitólio.

O comentário está disponível na íntegra no tweet abaixo:

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No comentário, Segal diz que a remoção não considera a importância do cargo do usuário, ocorrendo “independente de ser um comentarista, um diretor financeiro, ou um ex, ou atual oficial público”. Ele ainda afirma que as políticas são pensadas para evitar a incitação à violência. “Se alguém fizer isso, teremos de removê-los do serviço, e nossas políticas não permitem as pessoas voltarem.”

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Incitação à violência

O Twitter baniu a conta de Donald Trump em 06/01 – primeiro por 12 horas, depois de forma irreversível – após a invasão do capitólio. Desde então, a plataforma vem se posicionando ostensivamente contra as incitações à violência, derrubando inclusive conta de outros influenciadores, como o CEO da MyPillow.

Outras redes sociais, como o Snapchat e o Twitch, foram pelo mesmo caminho. O Facebook, tomaram decisões similares após encontrarem aumento da retórica violenta na véspera da posse de Joe Biden. Enquanto isso, o YouTube decidiu bloquear envios e comentários no canal do ex-presidente, mas não excluir os conteúdos.

O banimento do ex-presidente teve resultados imediatos para a plataforma, que passou a ter menos fake news circulando por lá. Apesar dessa decisão ter consequências financeiras para a rede social, o CEO da empresa, Jack Dorsey, defendeu a decisão em sua conta pessoal.

Via TechCrunch

Imagem: Naresh777 (Shutterstock)