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A Apple registrou um crescimento de 50% nas vendas da série 6 do Apple Watch no comparativo entre os três primeiros meses de 2020 com o mesmo período de 2021 e, com isso, ajudou o mercado de smartwatches a disparar entre janeiro e março deste ano. De acordo com os dados mais recentes da Counterpoint Research, a Apple detém, atualmente, uma fatia de 33,5% do segmento global de relógios inteligentes.

O domínio da Apple aumentou em relação aos principais concorrentes na comparação com o mesmo período do ano passado. Em 2020, as vendas do Apple Watch representavam 30,3%, contra 10,1% dos smartwatches da Huawei e 8,5% dos acessórios da Samsung. Agora, nos três primeiros meses de 2021, a Apple viu a Huawei diminuir sua fatia para 8,4% na vice-liderança, enquanto a Samsung caiu para 8%, ainda na terceira colocação do ranking.

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Em termos gerais, o mercado de smartwatches apresentou um aumento de 35% no comparativo entre o primeiro trimestre de 2021 e os três primeiros meses do ano passado. Segundo a Counterpoint Research, esse número pode crescer ainda mais no restante do ano, principalmente pelos novos recursos, voltados à saúde, que vêm sendo anunciados entre as especificações nos recém-lançados smartwatches de todas as marcas.

“Dispositivos vestíveis vão se tornar importantes para empresas como Apple, Google, Facebook e Amazon, à medida que expandem cada vez mais seu alcance na área de saúde. Isso pode incluir a venda de serviços como Apple Fitness +, venda cruzada preventiva de medicamentos e soluções de saúde ou, então, atrair profissionais de marketing para suas plataformas de anúncios, com base nos perfis de saúde criados com a enorme quantidade de dados gerados por meio do número de sensores nesses dispositivos”, explicou Neil Shah, vice-presidente de pesquisa da Counterpoint.

Imagem mostra gráficos comparativos do mercado de smartwatches no primeiro trimestre de 2020 e de 2021

Counterpoint Research

Apple x Google: briga boa pela frente

A folgada liderança da Apple no mercado de smartwatches, aparentemente longe de ser ameaçada, pode começar a ser incomodada pelos dispositivos equipados com o sistema operacional do Google, o WearOS. De acordo com os analistas, a recém-parceria fechada com a Samsung para unir o Tizen com o WearOS pode ser a arma que faltava para, enfim, tentar desbancar a Apple do posto mais alto do pódio.

“Esta é uma grande jogada do Google para acelerar suas ambições para o mercado dos smartwatches. Ele pode construir um portfólio robusto de dispositivos Wear, integrando o melhor dos três mundos: Tizen OS, Wear OS e Fitbit OS. A consolidação traz mais poder para a plataforma Wear do Google, e atrairá mais desenvolvedores para criar experiências mais novas para o pulso”, raciocinou.

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A briga, no entanto, não será simples, já que a Apple também não pretende ficar parada no tempo. Sujeong Lim, analista-sênior da consultoria, exaltou a liderança da empresa de Cupertino, e apostou que a chegada do Apple Watch 7, com recursos voltados ainda mais para o monitoramento de saúde, garantiriam o controle do mercado à empresa em 2022. Entre as novidades que vêm sendo trabalhadas estariam a função de medir a pressão arterial e, até, de controlar a glicose dos usuários.

Via Apple Insider