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Um relatório da ONG britânica de defesa dos direitos do consumidor Which (ou melhor, Which?) aponta que o Facebook e o Google estão falhando em lidar com anúncios fraudulentos. A instituição avaliou respostas de 2000 participantes que foram vítimas de alguma forma de propaganda enganosa nas plataformas, que tem se tornado cada vez mais frequentes.

Segundo o relatório, cerca de um a cada quatro participantes (27%) foram vítimas de um anúncio fraudulento no Facebook, enquanto aproximadamente um a cada cinco (19%) foi por propagandas do Google. Apenas 3% declarou ter sido enganado por alguma fraude no Twitter.

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E quando o assunto era denúncia, a situação não é muito melhor: quase metade das vítimas entrevistadas (43%) não denunciaram as propagandas enganosas. No Facebook, o principal motivo (31%) era de não acreditar que a plataforma faria algo para derrubá-los. Já no Google, um terço dos participantes (32%) relataram não encontrar o espaço para denúncia.

Anúncios fraudulentos no Facebook e Google usam tática de cabeças de hidra

Ainda que ambas as big techs tenham se comprometido previamente a enfrentar a onda de propaganda enganosa, os golpes por anúncios são como as cabeças de hidra: elimina uma, aparecem duas no lugar. Segundo o depoimento de um dos entrevistados pela Which?, Stefan Johansson, uma página no Facebook continuava exibindo os mesmos anúncios fraudulentos com nomes diferentes.

Para piorar, a denúncia não é exatamente algo muito claro nestas plataformas. Mais da metade (51%) de 1,800 participantes não sabiam denunciar anúncios fraudulentos nas pesquisas do Google – e no Facebook, esse número era mais deu um terço (35%) dos entrevistados.

Em resposta, o Google disse que possui uma equipe que utiliza moderação humana e algoritmos para ajudar na detecção de propagandas enganosas, e encoraja os usuários a denunciar as fraudes via suporte. Já o Facebook aponta que possui uma equipe de 35 mil moderadores, que também utilizam inteligência artificial para derrubar as fraudes.

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Via BusinessInsider

Imagem: Mikhail Nilov/Pexels/CC