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Os planos da Huawei de revogar o banimento dos Estados Unidos após Joe Biden assumir o lugar de Donald Trump na Casa Branca não deverão sair do papel. Quem deixou isso claro foi Gina Raimondo, que assumiu a Secretaria do Comércio do novo governo americano, durante sabatina dos republicados no Senado.

De acordo com ela, Huawei, SMIC (fabricante de chips), ZTE, Xiaomi (acusada nominalmente por Trump de ser uma “companhia militar comunista”) e outras companhias chinesas que já foram colocadas na chamada lista negra, dificilmente ficarão livres das sanções impostas por Trump durante o último governo.

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“Eu entendo que os partidos são colocados na Lista de Entidades e na Lista de Usuários Finais Militares geralmente porque representam um risco para a segurança nacional dos EUA ou para os interesses da política externa”, pontuou. “Atualmente, não tenho nenhuma razão para acreditar que as entidades nessas listas não devam estar lá. Se confirmado, espero um briefing sobre essas entidades e outras de interesse”, completou.

Mudou de ideia?

A nova secretária do comércio do governo dos Estados Unidos também foi questionada sobre uma declaração dada antes de sua confirmação no cargo, na qual não teria se comprometido a manter o banimento da Huawei. Isso chegou a ameaçar sua nomeação, que acabou sendo aprovada pelo Comitê de Comércio, Ciência e Transporte do Senado por 21 a 3 na última quarta-feira (03/02), após assegurar que usará todas as ferramentas que tem à disposição para proteger os Estados Unidos de qualquer tipo de ameaça de espionagem.

Ao tomar ciência de que o governo Biden provavelmente manterá o banimento da Huawei e de outras empresas chinesas, Wang Wenbin, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do governo da China, realizou uma entrevista coletiva para fazer um pedido, em tom de apelo: “Pedimos que parem com essa opressão desenfreada contra as empresas chinesas”, resumiu, ainda com uma ponta de esperança de convencer Joe Biden de que a Huawei e outras empresas não estão interessadas em espionar as informações dos Estados Unidos.

Via Bloomberg

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Imagem: Oleksandr Siedov/istock