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Semanas após ser diretamente atacada pela administração que antecedeu Joe Biden, O Grupo Xiaomi emitiu uma nota anunciando que está abrindo processo contra o governo dos EUA. A terceira maior fabricante de celulares do mundo foi inserida recentemente pelo finado governo Trump em uma lista de “Companhias militares comunistas chinesas”. Com essa atitude tomada pela administração do ex-presidente republicano, os americanos ficaram proibidos de investir na empresa.

Logo após o Departamento de Defesa atender às ordens de Donald Trump, alguns problemas consideráveis começaram a atingir os negócios da Xiaomi. Já no primeiro dia de anúncio, a empresa começou perdendo 11% do valor de suas ações no pregão da bolsa de Hong Kong.

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Xiaomi alega inconstitucionalidade

No processo movido contra os EUA, a Xiaomi declara que que a designação da empresa como “companhia militar comunista chinesa” é ilegal e inconstitucional. Diante disso, solicita que a decisão seja revertida, preservando a segurança dos negócios da fabricante, impedindo que medidas punitivas sejam aplicadas contra ela.

Em nota, a fabricante chinesa afirma que realizará todos os procedimentos apropriados para proteger os interesses da companhia e de seus acionistas. A empresa também reforça que as acusações feitas ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos pela administração de Donald Trump são falsas. Ao final, segue dizendo que manterá acionistas, potenciais investidores e clientes informados de quaisquer desenvolvimentos materiais adicionais em conexão com o processo.

O processo da Xiaomi contra o governo dos EUA está sendo movido no tribunal distrital de Columbia e pode ser acessado aqui. Ele tem diretamente como alvo o Departamento de Defesa dos EUA, Lloyd J. Austin III, como Secretário de Defesa, o Departamento do Tesouro dos EUA e Janet L. Yellen, Secretária do Tesouro. Estamos prestes a saber como a administração de Joe Biden, que começou na semana passada nos Estados Unidos, agirá diante desse ambiente de guerra comercial.

Via NextPit

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