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As informações dando conta de que o Facebook estaria trabalhando em um smartwatch para chegar ao mercado em 2022 começaram a pipocar na imprensa em meados de fevereiro. Até hoje, pelo menos, pouco havia sido falado sobre o wearable planejado por Mark Zuckerberg e companhia. Isso, no entanto, acabou de mudar.

A galera do The Verge descobriu que a abordagem do Facebook para se destacar no concorrido mercado de relógios inteligentes é mandar ao mundo o 1º smartwatch com duas câmeras. E mais: o usuário poderia destacar o módulo de câmeras do pulso para, desta forma, fazer fotos e vídeos e, por meio do próprio smartwatch, publicá-las no Instagram e, obviamente, no Facebook.

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A ideia de Zuckerberg, segundo relatos colhidos pelo site, é incentivar as pessoas a usarem o smartwatch do Facebook como usam os celulares. Para isso, ele projetou o acessório com uma câmera principal, alocada na tela do relógio, e que seria usada para fazer selfies e videochamadas (ainda sem especificações divulgadas). Na parte traseira, o relógio inteligente teria uma câmera com foco automático de 1080 pixels.

O Facebook já teria, inclusive, contatado empresas para criar acessórios que tornassem possível prender a câmera destacável em mochilas, bicicletas e mais, transformando o acessório em uma espécie de GoPro (aquela câmera pequenininha muito usada para filmar manobras de skate, motos e mais). Essa informação foi confirmada ao site por duas fontes ligadas à empresa de Zuckerberg, que não quiseram se identificar.

Novo round da briga com a Apple

A ideia de colocar um smartwatch no mercado teria como pano de fundo para o Facebook, segundo a publicação, a intenção de aumentar a briga com a Apple, hoje soberana no segmento. O Facebook estaria querendo “se vingar” das novas normas de privacidade da Apple ao tentar roubar campo do Apple Watch, o relógio inteligente mais vendido do mundo.

Para não fracassar no planejamento de realmente conquistar uma fatia do mercado, o Facebook já iniciou conversas com operadoras de telefonia 4G LTE, o que daria ao smartwatch da empresa a capacidade de fazer e receber ligações telefônicas diretamente com um e-SIM, sem a necessidade de estar emparelhado a um celular.

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A ideia de Zuckerberg é mandar o wearable ao mercado no início de 2022, com preços partindo de US$ 400 (R$ 2.018, na cotação atual). Segundo a reportagem do The Verge, o único temor é que, mesmo após já ter gasto milhões no desenvolvimento do futuro smartwatch, o Facebook, simplesmente, desista da ideia de lançá-lo. O site lembrou que, em 2013, a tentativa da empresa de mandar um celular ao mundo em parceria com a HTC (o Facebook Phone, lembra?) falhou miseravelmente. E agora? Será que vinga?

Via The Verge

Imagem: Hannah Tims/Unsplash/CC