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Numa coluna recente para o site Politico, o comissário de Mercado Interno da União Europeia Thierry Breton escreveu que a UE precisa de uma regulamentação mais rígida para as redes sociais, considerando a invasão do Capitólio dos EUA na semana passada.

De acordo com a Reuters, Breton escreveu: “se alguém ainda duvidava que as plataformas online se tornaram atores sistêmicos para nossas sociedades e democracias, os eventos da semana passada em Capitol Hill foram a resposta”.

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O comissário comparou os acontecimentos em Washington em 6 de janeiro ao atentado de 11 de setembro de 2001, que desencadeou inúmeras mudanças nas leis de segurança para todas as nações. Segundo o membro da liderança da UE, “[as redes sociais] não podem mais esconder sua responsabilidade para com a sociedade argumentando que apenas fornecem hospedagem para serviços”.

Quando várias redes sociais bloquearam as contas de Donald Trump depois da invasão do Capitólio, elas reconheceram sua responsabilidade em evitar que desinformação seja propaganda na internet, escreveu Breton. Twitter, Facebook e Snapchat baniram Trump de suas plataformas semana passada, enquanto o mercado online Shopify removeu lojas que vendiam materiais promocionais da campanha do presidente norte-americano.

A UE vem tomando ações para limitar o poder das empresas Big Tech no bloco econômico. No mês passado, a União Europeia introduziu a proposta do Ato de Serviços Digitais, que vai obrigar redes sociais com mais de 45 milhões de usuários a combater manipulação de informação que possa influenciar eleições e questões de saúde pública. Assim, as empresas que descumprirem a lei vão encarar multas de até 6% de sua receita.

Imagem do destaque: Sara Kurfeß (Unsplash)

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