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A Noruega discute a criação de uma lei que obriga influenciadores destaquem nas redes sociais e as suas fotos foram modificadas ou não. A mudança é para proteger os usuários de eventuais prejuízos físicos e psicológicos causados pela falsa impressão de corpo perfeito passado nas redes sociais.

De acordo com o governo da Noruega, as mudanças farão parte das normas que regulamentam publicidade no país e, embora já tenha sido aprovada pelo parlamento, depende da aprovação do Rei Haroldo V (pois é: o país é uma monarquia). A lei ainda prevê que uma legenda padronizada pelo Ministério da Criança e da Família seja implementada pelos influenciadores em todas as publicações expressando se as suas fotos sofreram quaisquer tipos de modificações ou retoques.

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O texto da lei, que ainda pode passar por alterações, também prevê que os influenciadores que não acatarem às novas medidas poderão ser punidos com multa e até mesmo prisão.

Outros países adotaram medidas parecidas

A preocupação do impacto negativo das redes sociais nos hábitos dos jovens também é discutida por outros países. Em maio, o Reino Unido também proibiu o uso de filtros em propagandas de cosméticos vinculadas nas redes sociais. Além disso, há uma pressão por parte da comunidade internacional para que redes sociais como o Instagram e o TikTok diminuam o alcance de influenciadores em campanhas de produtos de beleza com propostas milagrosas, além de proibir a divulgação de dietas e procedimentos em que não há eficácia médica comprovada.

No Brasil, por enquanto, não há medidas tão rígidas para o controle dos influenciadores quanto as fotos modificadas. Apenas uma norma do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) exigindo que publicações patrocinadas nas redes sociais possuam alguma mensagem destacado que se trata de uma publicidade, geralmente indicadas pelas hashtags #Ad ou #publicidade nos textos. No caso do YouTube, por exemplo, as publicações são destacadas pela própria plataforma com um aviso de que aquele material menciona produtos e marcas pagas.

Via BBC

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Imagem: Mateus Campos Felipe/Unsplash