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O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que vai abrir um processo de ação coletiva contra os executivos Mark Zuckerberg, do Facebook, Jack Dorsey, do Twitter, e Sundar Pichai, do Google. A ação judicial, impetrada no distrito do sul da Flórida, alega que as Big Tech “censuram” usuários. Ela tem poucas chances de ser bem sucedida, mas serve como estratégia de marketing, além de incentivo aos seus apoiadores.

“Nosso caso vai provar que essa censura é ilegal, inconstitucional e completamente antiamericana”, disse Trump, que pede ao tribunal impor danos punitivos às empresas de tecnologia, além de ameaçar entrar com outros processos no futuro. As declarações foram dadas durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (7/7).

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O processo de Trump ocorre após Twitter e Facebook o banirem das plataformas depois dos ataques ao Capitólio dos EUA em 6 de janeiro. Afeito a bravatas em ambiente digital, o político de direita foi considerado o vetor simbólico do evento por incentivar manifestantes a impedirem a homologação da vitória de Joe Biden. Em resposta, ele — assim como uma miscelânea de congressistas de direita — alega que as Big Tech censuram textos conservadores.

Vale lembrar que Trump ameaçou um enorme número de ações judiciais nas últimas décadas, mas poucas ganharam tração. Facebook e Twitter não comentaram o assunto.

Guerra contra as Big Tech

Trump e o Partido Republicano criticam as grandes empresas de tecnologia por servirem a uma agenda liberal e supostamente discriminarem usuários conservadores, uma crença que não é sustentada por nenhuma evidência — na verdade, vale lembrar que o Facebook oficialmente financiou, cinco anos atrás, a candidatura do empresário e ex-apresentador de televisão. A ideia de que o conteúdo de direita é censurado nas redes sociais também não faz sentido, uma vez que a principal forma de proliferação do material se dá por plataformas do tipo.

Depois da invasão do Capitólio, no início de janeiro, o Twitter baniu Trump de forma indefinida, mesmo caso ele tente se candidatar a um cargo público em 2024. Já o Facebook disse que o ex-presidente americano ficará suspenso pelo menos até janeiro de 2023.

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Via Business Insider

Imagem: Evan El-Amin/Shutterstock