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Menos de uma semana após ir ao ar, a rede social lançada pela equipe de Donald Trump já foi hackeada, com os hackers expondo dados como e-mail, nome de usuário, status e localização de mais de 90 mil usuários do Gettr.

A base de dados hackeada foi postada em um fórum da dark web, e o responsável pelo ataque disse que essas são as informações de todos os usuários da rede social, mas isso não foi confirmado. Segundo a Motherboard, uma pessoa cujo e-mail foi vazado confirmou que era mesmo registrada no Gettr. Além disso, a Motherboard tentou registrar contas com três e-mails da base de dados, e recebeu a resposta “esse e-mail já está sendo usado”, o que pode confirmar que os usuários estão realmente registrados na plataforma.

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O Gettr, a rede social criada pelo ex-assessor de Trump Jason Miller, diz ser uma plataforma “Combatendo a cultura do cancelamento, promovendo o bom senso, defendendo a liberdade de expressão, desafiando o monopólio das redes sociais e criando um verdadeiro mercado de ideias”. Mas especialistas em cibersegurança descreveram a rede social como uma “lixeira pegando fogo”, uma cópia mal feita do Twitter cheia de bugs de privacidade.

Hacker disse que rede era “muito fácil” de hackear

A base de dados hackeada foi encontrada Alon Gal, cofundador e CTO da Hudson Rock, uma empresa de cibersegurança. Gal afirma que o ataque pode ser considerado uma violação de dados culpa da própria rede social. “Quando perpetradores conseguem extrair informação sensível devido a uma implementação de API negligente, a consequência é equivalente a uma violação de dados e deve ser abordada de acordo pela empresa responsável, e tem que ser examinada por reguladores”, Gal disse à Motherboard.

E esse incidente não é nem o primeiro problema enfrentado pela rede social da equipe de Trump. Em 4 de julho, o dia do lançamento da plataforma, um hacker conseguiu invadir e vandalizar perfis de usuários importantes do Gettr, como o do próprio Jason Miller e do ex-diretor da CIA Mike Pompeo. Como o hacker disse ao Business Insider, ele realizou o ataque “só por diversão”, e também porque a plataforma era “muito fácil” de hackear.

Imagem: Marco Zuppone / Unsplash CC