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A gestão de Donald Trump foi responsável por impor restrições à chinesa Huawei, o que respingou na Honor, e assim ambas tiveram crescimento freado após serem impossibilitadas de utilizarem o Android, serviços Google, e outros. A fabricante segue atuando com estratégia voltada a mercados asiáticos, e se desfez da Honor como estratégia de livrar a subsidiada das sanções.

Funcionou, e agora que é uma marca independente, a Honor deverá voltar a utilizar serviços Google — populares e praticamente essenciais para usuários do Ocidente. Quem traz a notícia é um porta-voz da empresa — agora independente — que confirmou a submissão do pedido para uso da suíte Play Store, Gmail, Drive, Fotos e outros nos dispositivos da marca.

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Honor 50 é o primeiro da fila

A autorização abrange desde smartphones a tablets, e como Joe Biden já inclusive retirou algumas sanções ao TikTok e WeChat, o terreno parece ser próspero para a empresa chinesa concentrar esforços em lançamentos, ao invés de resolver rusgas com o governo norte-americano. Enquanto o Huawei P50 atrasará em virtude das sanções ainda em vigor, o Honor 50 — que tem inclusive  o mesmo visual — será o lançamento da agora marca independente, e já com os serviços Google.

Vale lembrar que a Huawei retornou ao Brasil justamente quando os ânimos com os Estados Unidos ficaram acirrados. Graças a isso, o único flagship lançado no país foi o P30 Pro. Desde então, a estratégia no Brasil, da marca, passou a ser a de venda de vestíveis, como relógios inteligentes e fones de ouvido. Com a Honor “livre” e podendo trabalhar com serviços Google, ainda não sabemos se é possível — e se haverá — diálogo entre as empresas para o Honor 50 e outros chegarem a mais mercados ocidentais. É bastante provável que a Huawei queira que ela própria possa lançar produtos sem restrições, o que ainda não é possível.

Via GSM Arena

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