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A prisão do vereador conhecido como Dr. Jairinho e sua mulher, Monique Medeiros, acusados de assassinar o menor Henry Borel, só foi possível com a ajuda do Cellebrite Premium. O software israelense foi utilizado pela polícia do Rio de Janeiro para desbloquear os iPhones do casal e ter acesso às mensagens trocadas entre eles. “O software contribuiu de maneira muito importante para a investigação”, resumiu Antenor Lopes, delegado do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), ao portal G1.

Essa não foi a primeira vez que a utilização do Cellebrite Premium deu uma ajuda na prisão de criminosos. Em 2015, no caso que ficou conhecido como tiroteio de San Bernardino, Califórnia, o FBI também recorreu ao software israelense para acessar os iPhones dos suspeitos e, com isso, ter acesso às informações confidenciais que solucionaram o caso. Na época, inclusive, houve um mal-estar entre a Apple e a autoridade policial dos Estados Unidos, pois a Maçã estava preocupada em criar uma porta dos fundos para seus aparelhos que violasse a privacidade dos usuários de modo geral.

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Ferramenta cara

O Cellebrite Premium, utilizado como mecanismo de ajuda na prisão do casal acusado de matar a criança de quatro anos no Brasil, não é uma ferramenta fácil ou barata, e não está disponível para qualquer um. Ela é vendida somente para agências governamentais e forças de segurança, e o preço inicial é bastante salgado: US$ 16 mil – cerca de R$ 89,1 mil, na conversão direta, pela taxa atual.

Em seu site oficial, a empresa informa que o software é preparado para desbloquear qualquer aparelho da linha iPhone, desde o iPhone 4s até o XS, além do iPod Touch e dos iPads entre iOS 5 e iOS 12. Além dos aparelhos da Apple, o Cellebrite Premium também pode ser usado para acessar informações confidenciais de outros modelos, como Samsung, Huawei e LG, ampliando a gama (caso algum suspeito pense que trocar de marca irá evitar a ajuda à polícia para colocá-los na prisão).

Via 9to5Mac

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