Vida Celular

Tudo sobre os melhores celulares

Nós do Vida Celular e nossos parceiros utilizamos cookies, localStorage e outras tecnologias semelhantes para personalizar conteúdo, anúncios, recursos de mídia social, análise de tráfego e melhorar sua experiência neste site, de acordo com nossos Termos de Uso e Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Bernie Sanders, o senador socialista democrata mais influente dos Estados Unidos, torceu o nariz contra as decisões recentes do Twitter do banimento de Donald Trump após o ataque ao Capitólio. O político, em entrevista ao podcast Ezra Klein Show, afirmou que o ex-presidente é “racista, sexista, homofóbico, autoritário e que não respeita as leis”, mas que não se sente confortável com líderes da big tech com tanto controle sobre discussões públicas.

Sanders concorda que a internet deveria ser um lugar livre de complôs autoritários e insurreição, e que as redes sociais não deveriam permitir discursos de ódio e teorias da conspiração. O difícil, segundo o senador, é equilibrar as decisões entre censura e ação contra o extremismo. O senador argumenta:

publicidade

“Então, como você equilibra isso? Eu não sei, mas isto é um problema que precisamos pensar a respeito. Porque ontem foi Donald Trump quem foi banido, e amanhã pode ser outra pessoa que possui um ponto de vista completamente diferente.”

Sanders pondera seu comentário dizendo que o banimento de Trump cria uma situação delicada. O senador conclui que os Estados Unidos devem considerar como preservar os direitos da Primeira Emenda, a da liberdade de expressão, sem levar o país à mentalidade da “grande mentira”. Isso, claro, se a própria mentalidade não acabar gerando uma rede para chamar de sua.

Entenda o caso

Donald Trump foi banido do Twitter por publicar incitações à violência após sua derrota para Joe Biden na corrida presidencial, chamando a eleição de fraude e levando manifestantes a atacarem o Capitólio, em Washington. Outras redes sociais, como o Facebook, o Instagram, o YouTube e até o Snapchat tomaram decisões similares.

Via Business Insider

publicidade

Imagem: Nick Solari (Wikimedia Commons)