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Mais um capítulo na história do Estado do Texas contra a Big Tech: o Twitter entrou com uma ação judicial no Tribunal da Califórnia que processa o procurador-geral do Texas, Ken Paxton, por abrir investigação das práticas de moderação de conteúdo da rede social. A empresa alega que o inquérito está sendo conduzido como uma retaliação ao banimento do ex-presidente, Donald Trump, e que isso vai contra a constituição dos Estados Unidos.

Paxton abriu uma investigação contra o Twitter e outras Big Techs ainda no começo deste ano, citando o banimento da plataforma (e do Facebook, também investigado) como uma prática “discriminatória” e “sem precedentes” contra o ex-presidente. O procurador-geral exigiu então todos os documentos que detalham as políticas de moderação da rede social – algo que o Twitter tentou negociar por semanas, mas sem sucesso.

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A rede social alega que o material exigido por Paxton envolve uma quantidade muito alta de documentos altamente confidenciais. Submeter essas informações ao escrutínio judicial pode tornar público mecânicas de moderação importantes da plataforma, e que poderiam ser usados para a criação de mais conteúdo potencialmente nocivo que subjugassem essas regras.

Na ação judicial, a empresa diz ter buscado um acordo por semanas com o procurador-geral, mas sem sucesso. “Enquanto o Twitter tenta ser o mais transparente possível, [a rede social] não pode tornar praticamente todos os aspectos de suas práticas de moderação completamente públicas”, argumenta.

Além disso, o Twitter processa o procurador do Texas por pressionar empresas privadas a manter conteúdos que quebrem suas regras. A plataforma aponta os pronunciamentos públicos de Paxton sobre o banimento de Trump para justificar que a investigação conduzida não passa de uma retaliação política.

Via The Verge

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Imagem: Kuzma (iStock)