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Durante um bom tempo a principal reclamação envolvendo smartphones tops de linha foi a bateria, algo que com o tempo foi resolvido com as fabricantes incluindo carregadores turbo na caixa. E bem, a Xiaomi pelo visto está mesmo planejando um acessório com 200W de capacidade para alimentar algum dispositivo seu ainda em 2021.

A informação é do insider de boa reputação Digital Chat Station, que compartilhou no Weibo que a chinesa estaria trabalhando em um celular com 5000 mAh de bateria capaz de encher esse tanque com um carregador de 200W. O dispositivo ainda teria recarga sem fio em uma potência menor, e poderá compartilhar sua energia com outros aparelhos compatíveis via indução. Assim, esse smartphone poderá bater o recorde do Mi 10 Ultra, compatível com recargas de 120W.

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Tudo isso já colabora para uma permanência quase mínima do aparelho da Xiaomi na tomada, e com 200W em 2021 é bem provável que tenhamos um produto que com aquele tempo do cafezinho já saia totalmente recarregado, menos de 5 minutos. Que deve ser o Mi 11 Ultra. Como o aparelho é previsto para o segundo semestre e foi a variante Ultra do Mi 10 que trouxe conexão de 120W com um carregador, nada mais natural que a próxima geração venha quebrar esse recorde.

Uma questão

Seja como for, o esforço da Xiaomi em alcançar potências que soam absurdas para carregamento de celular não é um movimento solo: a Oppo também está nessa corrida tecnológica, por exemplo. Por outro lado, marcas mais internacionalizadas e tradicionais ainda fazem apostas conservadoras nesse mercado. Os iPhone 12, por sua vez, recarregam a no máximo 20W. O Samsung Galaxy S21 Ultra também não vai muito além: 25W. Tudo isso fica parecendo muito pouco quando vemos planos da Xiaomi para 2021 de um produto com 200W de potência.

Há grandes discussões em torno do eventual desgaste de baterias que são carregadas em tempos tão pequenos, e como o aquecimento durante o processo pode ajudar a causar acidentes. Problemas com o acessório de lítio, porém, sempre existiram com ou sem fast charge. Estamos vendo que tem empresa pagando para ver e, quando mais aparelhos compatíveis com altíssimas velocidades de recarga estiverem no mercado, poderemos medir melhor o tempo de vida deles.

Via GizChina

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