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O Banco Central assinou um acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) com o objetivo de tornar o Pix uma alternativa para pagamentos de contas de celular e recargas. Com isso, a possibilidade de fazer o novo sistema de pagamentos eletrônico ganhar mais popularidade no Brasil e aumentar o número de adeptos fica ainda maior.

Criado pelo Banco Central em 15 de novembro de 2020, o Pix é um formato eletrônico de pagamentos instantâneos que já movimentou mais de R$ 84 bilhões em pouco mais de um mês de funcionamento. Foram mais de 92 milhões de transações já realizadas até o momento, 20/12, pelo novo sistema. E essa escala tende a aumentar ainda mais, com os usuários de serviços de telefonia pré-pagos móveis e fixos podendo realizar pagamento de contas de celular também com o Pix.

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O Pix é visto como um recurso que facilita os pagamentos e a gestão financeira dos negócios. Muito disso em virtude de ser um serviço de transações eletrônico muito rápido e disponível a qualquer momento, sem limites de horário ou feriados. E sem o alto custo dos já quase obsoletos docs e TEDs: outro fator muito importante é a gratuidade para pessoas físicas e microempreendedores individuais.

Tendo em vista o potencial do Pix, as empresas de telefonia móvel já iniciam sua adesão, de forma gradual, autônoma, voluntária e independente, conforme divulgado pelo Banco Central. Um acordo semelhante foi assinado em agosto, entre o banco e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), permitindo o pagamento de contas de luz com o Pix, assim como agora poderá ser realizado com as contas de celular.

Via Agência Brasil

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