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Um grupo de pesquisadores da Brigham Young University (BYU) criou um modelo de pequenas imagens em 3D que, ao contrário dos hologramas, podem ser vistas de qualquer ângulo. A tecnologia para tornar isso possível foi chamada de display de armadilha óptica e permite que imagens volumétricas ocupem um espaço em 3D sem a necessidade de uma projeção.

Para exemplificar a tecnologia, os cientistas criaram figuras em homenagem aos filmes de Star Trek e Star Wars. O próprio nome do estudo, Projeto Leia, é inspirado na icônica personagem da franquia criada por George Lucas, que utiliza justamente um holograma para enviar uma mensagem no primeiro filme da série.

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Imagens em 3D de qualquer ângulo

Ao contrários do hologramas, que dependem de uma projeção e podem ser vistos em 3D apenas de ângulos específicos, as animações desenvolvidas pela equipe do BYU utiliza lasers para literalmente desenharem as imagens. Uma minúscula partícula de luz flutua no ar e se conecta com as luzes disparadas, criando o efeito.

Enquanto hologramas somem quando vistos do ângulo errado, essas imagens podem ser visualizadas de qualquer lugar. Como não depende de uma projeção, a aplicação desse modelo pode futuramente tornar a tecnologia mais viável em óculos de realidade aumentada, ou smartphones, por exemplo.

Claro, a pesquisa ainda não está concluída e, no momento, as imagens criadas são bem pequenininhas, mas os pesquisadores acreditam que uma combinação de partículas pode gerar imagens maiores. A necessidade de projeção é justamente uma das maiores dificuldades no desenvolvimento de hologramas em aparelhos mobile. “Ao contrário dos OTDs, os hologramas são extremamente intensivos em termos de computação e sua complexidade computacional aumenta rapidamente com o tamanho da tela”, explicaram os pesquisadores.

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Algo próximo disso, pode estar sendo feito pela empresa americana Ikin, que afirma ter criado uma tecnologia capaz de transformar qualquer smartphone em um projetor de hologramas. A plataforma seria capaz de potencializar o processamento dos smartphones para criar as imagens em 3D. Utilizando um jogo de lentes e um software para cálculos volumétricos, o dispositivo seria acoplado aos aparelhos celulares permitindo a visualização das imagens em vários ângulos.

Agora, o próximo passo do Projeto Leia é ampliar o tamanho da imagem em 3D criada usando um mapeamento da posição do olho do observador para determinar os ângulos visualizados.

Via Nature