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Apple, Microsoft, Alphabet (empresa mãe do Google), Amazon, Verizon, AT&T e outras gigantes de tecnologia estão formando uma coalizão com um objetivo comum: pedir subsídios ao governo dos Estados Unidos para tentar frear a crise que se instaurou no mercado de chips. A chamada Coalizão de Semicondutores na América declarou apoio ao ato CHIPS for América, por meio do qual o presidente Joe Biden está solicitando a aprovação de um fundo de US$ 50 bilhões ao Congresso do país.

“O financiamento robusto da Lei CHIPS ajudaria a América a construir a capacidade adicional necessária para ter cadeias de abastecimento mais resilientes e, desta forma, garantir que tecnologias críticas estarão lá quando precisarmos delas”, pontuou o grupo, em uma carta conjunta direcionada aos líderes dos partidos Republicano e Democrata, tanto do Senado quanto da Câmara dos Estados Unidos.

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O vultuoso montante em dinheiro obtido por meio do subsídio seria usado para expandir a capacidade de produção de chips nos Estados Unidos e, desta forma, garantir que a produção das empresas citadas não seja interrompida. Em relatório divulgado no início de abril, a Nikkei Ásia revelou que os principais produtos da Apple já começaram a sofrer atrasos justamente por conta da falta de peças para semicondutores.

Ford qProuer monopolizar subsídios

A crise de chips também afetou o segmento automotivo e, justamente por isso, representantes das montadoras de veículos entraram na discussão sobre os subsídios que seriam disponibilizados por meio do CHIPS for América para a fabricação em massa de mais semicondutores. A Ford, por exemplo, enviou um pedido oficial para que o fornecimento deste chips fosse feito somente para as fábricas da marca, mas a Coalizão afirma que o governo não deve favorecer uma única indústria.

De acordo com as últimas análises dos especialistas de mercado, a crise global deverá durar ao menos até 2022, independentemente do rumo que o subsídio pleiteado pela coalizão formada pelas empresas de tecnologia junto ao governo dos Estados Unidos tome. Gina Raimondo, secretária do Tesouro que assumiu o cargo após a posse de Biden, deu poucas pistas do que será decidido na reunião marcada para o próximo dia 20 de maio. “Vamos tentar fazer o que pudermos para amenizar a escassez, mas, a longo prazo, a solução é depender menos da China e de Taiwan, e produzir mais chips na América”, sintetizou.

Via 9to5Mac

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Imagem: Pexels/Pixabay/CC