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Com um pico na procura por smartphones, tablets e computadores por causa da pandemia, fabricantes de processadores por todo o mundo estão com dificuldade para atender a demanda da indústria. E mesmo com planos para investir bilhões na produção, os fabricantes acreditam que essa falta de processadores pode continuar até 2022 e talvez além, segundo a CNBC.

A falta de processadores está fazendo fabricantes de smartphones reavaliarem datas de lançamento de produtos, e até obrigando fábricas automotivas a fecharem temporariamente. A indústria automotiva está sendo afetada porque precisa de chips mais simples que de CPU, como processadores para pagamento sem contato, touchscreens e para gerenciamento de carga de bateria, um ramo que está recebendo menos investimento agora.

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Enquanto isso, a falta de processadores pode afetar de maneira diferente fabricantes de smartphones da Apple e Android. Mesmo com um relatório do ano passado indicando que a Apple estava com dificuldades no fornecimento de chips para iPhone, a TSMC, parceira da companhia, prometeu investir US$ 100 bilhões nas suas fábricas nos próximos três anos. Já a Qualcomm, que fornece chips para Android, está com problemas para atender a demanda, o que especialistas acreditam que pode ser um golpe sério na produção dos smartphones que usam o sistema operacional.

Fabricação em 100% da capacidade

Tom Caulfield, CEO da GlobalFoundries, a terceira maior fundição de chips do mundo, disse que eles planejam investir US$ 1,4 bilhão em suas fábricas de chips este ano. Mesmo assim, segundo ele disse à CNBC, isso só fará diferença na falta de processadores a partir da metade de 2022. “No momento, nossas fábricas não só estão trabalhando com mais de 100% da capacidade, mas estamos adicionando capacidade de produção o mais rápido que conseguimos”, disse o CEO.

Caulfield acrescentou que essa tendência pela demanda de processadores não é um caso momentâneo. “Não é uma coisa única. É uma mudança estrutural, essa necessidade generalizada de chips está acelerando”.

A falta de processadores é tão grave que o presidente americano Joe Biden prometeu medidas agressivas para combater a crise de chips no mercado, o que pode significar uma retomada na fabricação de processadores dentro dos EUA.

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Via AppleInsider

Imagem: Serhii Opikanets/Shutterstock