O Sony Xperia 1 III foi oficializado, mas ainda não foi disponibilizado para o consumidor interessado. Apostando, mais uma vez, alto em câmeras, o que a fabricante vem fazendo é divulgar seu potencial fotográfico em redes sociais. Porém, será que os ensaios da própria marca são tão confiáveis assim para indicar a qualidade das capturas do smartphone?
Para quem desconfia disso, o insider ZackBuks — com bom histórico de vazamentos — revelou algumas fotos obtidas em baixa luminosidade com o Xperia 1 III. Elas foram registradas em um ambiente fechado, com muita luz neon. Como o celular da japonesa tem zoom óptico, foi possível testar o potencial da lente telefoto também.
Foram três registros: no primeiro, a imagem é cortesia da lente principal do smartphone, que tem 12 megapixels e abertura f/1.7. Ela se saiu bem em revelar detalhes dos objetos mais luminosos, abrindo mão um pouco de destacar pessoas, mesas e cadeiras em partes do cenário que estavam menos iluminadas.
Com a lente telefoto de 12 MP e abertura f/2.3 — a uma distância focal de 70 mm — o Xperia 1 III impressiona um pouco mais ao realmente aproximar a cena sem perder nitidez ou exposição. Isso poderia acontecer em virtude da diferença de abertura luminosa entre a lente principal e a zoom.
Zoom parece oferecer consistência em relação ao sensor principal
Por último, quando o sensor telefoto atinge distância de 105 mm, a percepção é de que realmente o zoom óptico do smartphone não decepciona em imagens noturnas, servindo quase como uma lente principal que pode oferecer aproximação. Nem sempre isso é uma realidade nos smartphones, com as câmeras zoom destoando para uma percepção de cor, tons, brilho ou contraste inferior em relação à principal. Um exemplo mais comum nesse sentido é a troca da lente regular para a ultra-wide.
Enquanto as fotos oferecidas pelo insider são um bom sinal, nada se compara a extensos testes nos mais variados cenários para que o celular se prove um dispositivo versátil e de qualidade para fotografia. A Sony pretende lançar o Xperia 1 III em algum momento a partir de junho, em mercados selecionados. A japonesa não vende mais seus celulares e nem Smart TVs no Brasil, após decisões estratégicas que finalmente a levaram a recuperar o lucro que há anos a divisão não dava.
Via Tech Radar