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Confirmando as informações anunciadas no segundo semestre do ano passado, a Sony encerra mais uma série de negócios no Brasil, incluindo departamentos de Smart TVs, câmeras e equipamentos de áudio. A japonesa vendeu sua fábrica no Polo Industrial de Manaus para a Mondial.

Sendo assim, os consumidores interessados em aproveitar a xepa de produtos da marca deverão procurar estoques restantes no varejo. Oficialmente a marca deixará de comercializá-los ao final de março, mas lojas já vinham alertando para o desabastecimento de eletrônicos da marca. A decisão da Sony, porém, não afeta negócios como PlayStation, segmento empresarial, departamento musical e cinematográfico.

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A empresa passou nos últimos anos por uma grande crise envolvendo suas pretensões com o mercado mobile. Ela chegou a ser pressionada a desistir de fabricar os celulares Xperia, o que não o fez. Porém, a Sony encerrou as vendas dos smartphones em vários mercados — incluindo no Brasil — como decisão estratégica. Longe de vender como um dia já vendeu, agora ela concentra suas operações de dispositivos móveis nos Xperia 1 e Xperia 10. No Brasil, o último lançamento foi o XZ Compact 2.

Como fica o pós-venda

Com toda certeza a notícia do encerramento das operações da Sony no Brasil em mais segmentos preocupa quem adquiriu eletrônicos dela recentemente. Sobre isso, a Sony informou que não mexerá no pós-venda e nem nas políticas de suporte e reparo de produtos. Afinal, ela tem uma legislação a seguir, que inclui a garantia e pleno atendimento ao consumidor por um período após a aquisição de produtos.

Se por um lado é triste vermos a diminuição da concorrência com a saída da Sony, por outro vemos que nos últimos anos marcas como Xiaomi e Huawei voltaram a comercializar smartphones no Brasil. Estas duas, porém, não têm um portfólio mais variado de produtos por aqui, como Smart TVs e câmeras.

Além disso, o encerramento das operações da Sony no Brasil pode significar a queima de (pouco) estoque em varejistas que ainda possuam produtos da marca. Vale ficar de olho nas principais plataformas de e-commerce para se beneficiar de uma eventual ação nesse sentido.

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Imagem: Rakesh Gohil/Pexels