Vida Celular

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A Samsung anunciou nesta terça-feira (20/04) um serviço que pretende aumentar o conforto e, principalmente, a segurança dos usuários que precisam consertar seus celulares, mas não querem furar o isolamento social em tempos de pandemia. Trata-se do Contactless Home Pick-up and Drop (“Retirada e Entrega em Casa Sem Contato”), serviço que disponível primeiro na Índia.

Ao aderir ao serviço, o usuário poderá ter o smartphone reparado sem precisar ter qualquer tipo de contato físico com os responsáveis pela assistência técnica. O serviço inclui a retirada e a devolução do aparelho na residência do cliente, que não precisará encontrar o profissional sequer para fazer o pagamento da taxa, pois o procedimento é totalmente digitalizado.

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De acordo com a Samsung, o serviço, além do que for necessário para eventualmente consertar os celulares, tem dois custos fixos: 199 rúpias (R$ 14,63) para quem optar pelo pacote completo, ou seja, retirada e devolução do aparelho em casa, ou 99 rúpias (R$ 7,28) para smartphones que já estejam na assistência técnica, e precisem apenas ser devolvidos.

Exclusividade da Índia

O serviço já está disponível para os moradores de 46 cidades da Índia e, por enquanto, de acordo com a Samsung, será exclusivo para o país. Os modelos contemplados pelo serviço são os seguintes: Galaxy A, Galaxy M, Galaxy S, Galaxy F, Galaxy Note, e Galaxy Fold. É possível que ele seja expandido para outros da região, mas, ao menos até o momento, não há previsão de sua chegada, nestes novos moldes (sem contato), ao Brasil.

O país, na verdade, teve um serviço semelhante em funcionamento até dezembro de 2019, que se chamava Samsung Concierge, e englobava, além de assistência técnica remota, justamente o serviço de leva e traz anunciado hoje como novidade para a Índia. Em contato com a reportagem, via chat, a Samsung explicou que, apesar de o serviço ter sido encerrado há mais de um ano, “algumas assistências seguem oferecendo o serviço” (A lista está no Samsung Members). A assessoria de imprensa também reforçou que o serviço ainda existe e foi ampliado em 2020, mas não detalhou a forma com que os valores são cobrados ou abrangência.

Via TechRadar

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Imagem: Poravute/iStock