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Elon Musk, CEO da Tesla e um dos homens mais ricos do mundo, se posicionou contra o Facebook, ainda que de forma indireta. Em uma postagem no Twitter, Musk culpou a rede social de Mark Zuckerberg pelo fato de o Capitólio dos Estados Unidos, casa do Congresso, ter sido invadido na quarta-feira por apoiadores do presidente Donald Trump.

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Musk compartilhou uma imagem de um homem com uma sequência de dominós, sendo que o primeiro foi rotulado de “site para avaliar as mulheres no campus” e, o último, em alusão aos manifestantes que invadiram o Capitólio. “Isso é chamado de Efeito Dominó”, sintetizou Musk. Apesar de não ter citado nominalmente o Facebook, a referência é clara, pois o site foi criado por estudantes da Universidade de Harvard com o objetivo citado e, hoje, é acusado de disseminar informações falsas, muitas delas vindas do presidente Donald Trump.

A bronca de Musk, curiosamente, veio quase que paralelamente a um posicionamento radical do próprio Facebook sobre o incidente no Capitólio. Guy Rosen, vice-presidente de Integridade da companhia, e Monika Bickert, vice-presidente de Gestão de Política Global, publicaram um manifesto intitulado “Nossa resposta à violência em Washington”.

Rixa com a rede social é antiga

Independentemente do posicionamento contrário do Facebook aos atos ocorridos no capitólio, a bronca do bilionário da Tesla com a rede social tem origem anterior. Essa não é a primeira vez que Elon Musk ataca o Facebook. Em outras oportunidades, o CEO da Tesla já chegou a dizer que a rede social não prestava, também por meio do Twitter. “Facebook sucks”, postou o bilionário, em maio, como resposta a um comentário de Jerome Pesenti, chefe de IA da rede social de Mark Zuckerberg.

Indo além, em fevereiro de 2020, Elon Musk postou um tweet orientando seus seguidores a excluírem a conta no Facebook, respondendo a um comentário de Sacha Baron Cohen, que pedia justamente para as autoridades responsáveis aumentarem as normas de publicação na rede social. Musk, ao contrário de outros líderes, no entanto, não atacou os responsáveis pela invasão, apenas o Facebook. Tim Cook, CEO da Apple, e Sundar Pichai, principal executivo do Google, por sua vez, condenaram abertamente os manifestantes.

Via Business Insider