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O Twitter bloqueou um tweet do presidente americano Donald Trump para comentários, compartilhamentos ou likes, em um dia marcado por impensáveis manifestações de protesto de seus partidários no Capitólio dos EUA.

Em um vídeo de pouco mais de um minuto postado na rede social, Trump reiterou sua teoria da conspiração de que a eleição presidencial nos EUA foi fraudulenta, mentindo na maior cara dura: “todo mundo sabe que a eleição foi roubada de nós”. No entanto, em outros momentos do discurso postado no Twitter, Trump diz que seus apoiadores que “protestaram” no Capitólio de Washington precisam voltar para casa “em paz”.

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O aviso do Twitter abaixo da mensagem de Trump alerta que: “esta alegação de fraude eleitoral é contestada, e este tweet não pode ser comentado, retuitado ou curtido por causa do risco de violência”. O link do aviso de bloqueio de comentários no Twitter encaminha o usuário para notícias de meios de comunicação confiáveis sobre como não há evidência de fraude na eleição presidencial de 2020.

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Hoje, manifestantes pró-Trump chegaram armados na sede do Congresso e do Senado dos EUA, como conta a Reuters., contestando os resultados de uma eleição vencida pelo Partido Democrata no voto popular e no colégio eleitoral. O presidente-eleito Joe Biden cobrou uma atitude de Trump, e chamou o protesto no Capitólio de “quase uma insurreição” no Twitter.

Tradução: Vou ser muito claro: as cenas de caos no Capitólio não representam quem somos. O que estamos vendo é um pequeno número de extremistas dedicados à ilegalidade. Isso não é dissidência, é desordem. É quase uma insurreição e deve acabar. Agora.

Nos comentários da notícia sobre o de Trump no Twitter, as reações são variadas. Alguns usuários acusam a plataforma de censura, enquanto outros dizem que a culpa é do Twitter por permitir que Trump usasse a rede social “para mentir por quatro anos”, e que também que a companhia devia desativar a conta dele imediatamente. Vale lembrar que nas eleições para presidente, o Twitter comunicou o resultado no perfil do próprio Trump.

O YouTube e o Facebook tomaram uma atitude mais drástica que o Twitter, e retiraram logo o vídeo do ar.