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Desde o ano passado, as casas inteligentes se tornaram o sonho de consumo de muitos mortais. Para não dizer de todos! Por causa da pandemia do coronavírus, a nova rotina de confinamento fez com que as pessoas passassem bem mais tempo em casa.  O resultado: a nova realidade imposta pelo lockdown levou a um aumento de dispositivos tecnológicos, tudo para tornar o lar mais confortável. Afinal, a casa se tornou, de uma hora para outra, o lugar onde você dormia, trabalhava e passava o seu tempo livre. É chegada a era das smart homes, imposta pelo lockdown.

Casas inteligentes

Foto: Freepik

 

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Robôs e purificadores de ar: os queridinhos das casas inteligentes

Segundo uma pesquisa do Google Trends, a busca pelo termo “smart homes” aumentou nas últimas semanas desde abril do ano passado – coincidentemente  no mesmo período que as pessoas ficaram presas em suas casas por um mês, devido ao lockdown inicial. E o que já era previsto por especialistas, acabou se concretizando: o interesse pelo termo atingiu seu pico em abril de 2020, e, em seguida, continuou a subir após o período. Na maioria das buscas, robôs que fazem a limpeza da casa. E, embora os números referentes a vendas não estejam disponíveis, um relatório de pesquisa de mercado publicado em setembro de 2020 destacou que a indústria de smart homes na totalidade gerará receita de US$ 96,2 bilhões até 2030, com uma taxa média de crescimento anual de 26,2% ano após ano. Nada mal, não?

O relatório concluiu, ainda, que o motivo para o crescimento do setor se deu por conta a um aumento geral no uso de dispositivos IoT, mas, também, a um aumento das doenças crônicas. E justamente essa preocupação se tornou notória em relação à saúde. Balanças inteligentes conectadas tornaram mais fácil monitorar o peso e o IMC. Smartwatches ajudaram a ficar de olho em seus batimentos cardíacos – e a rastrear os contatos, assim que a tecnologia foi lançada.

Portanto, os gadgets que se destacaram foram os purificadores de ar, com foco na eliminação de bactérias e vírus, e aspiradores inteligentes, que mantém o chão livre de poeira e alérgenos. Os assistentes e iluminação inteligentes também se tornaram essenciais, pois vários estudos mostraram os benefícios de alterar a cor e a temperatura das luzes para ajudar a melhorar o foco no home office, enquanto os assistentes inteligentes facilitaram a solicitação de informações, bem como o recebimento de resumos matinais sobre as notícias.

Na cozinha, algumas mudanças também foram percebidas. Pelo fato de muitos restaurantes estarem fechados por causa da pandemia, os acessórios de cozinha  se tornaram itens essenciais: air fryer e fornos inteligentes tornaram as refeições bem mais agradáveis – e fáceis – de se fazer. Resta saber se o interesse pelo termo smart homes se tornará uma tendência quando o chamado “novo normal” voltar a fazer parte de nosso dia a dia.

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Via Digital Trends