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O Business Insider divulgou, nesta terça (05/01), os números que apontam a valorização da Deliveroo. Essa é a startup de entrega de alimentos que tem o apoio da Amazon para expandir seus negócios globalmente, e é comparada ao iFood. Fundada por William Shu, em Londres, em 2013, a companhia fechou 2019 (pré-pandemia) com um crescimento significativo.

De acordo com a reportagem publicada pelo Business Insider, entre 2013 e 2019, o iFood da Amazon obteve receita anual de US$ 1 bilhão (R$ 5,33 bi), aumento de 62% a cada período, e um lucro bruto de US$ 256 milhões (R$ 1,36 bi), 19,2% acima do registrado em 2018. A Deliveroo compete diretamente com a Uber Eats na Europa e em alguns locais da Ásia e, assim como os concorrentes, oferece entrega de alimentos, comidas prontas e bebidas, alcoólicas ou não, por meio de aplicativo que abrange uma rede de ciclistas e motociclistas para atender à alta demanda e agilizar a logística.

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Crescimento ainda maior durante a pandemia

Os números do Deliveroo chegaram a oscilar com o início da pandemia, em março de 2020, mas logo se recuperaram. Como tem sede no Reino Unido, o Deliveroo teve que se adaptar às medidas restritivas impostas pelo governo local e, com isso, acabou sofrendo um pouco os efeitos iniciais da crise.

A reportagem apurou que a Deliveroo driblou o fechamento de alguns restaurantes com os quais trabalhava ampliando a plataforma para realizar entregas de mercearias e, também, reduzindo as taxas que eram cobradas, como forma de persuadir um número maior de estabelecimentos a adotar o sistema de entregas.

Apesar de ter sido obrigada a despedir alguns funcionários na crise, a Deliveroo informou que a frequência de pedidos subiu durante a pandemia, assim como o número mensal de usuários ativos. A iFood da Amazon cobra assinatura dos usuários da plataforma, algo que Uber Eats e iFood não fazem, pelo menos no Brasil. O valor gira em torno de R$ 82 (11 libras esterlinas). O único número negativo no relatório de 2019 da Deliveroo foi relacionado ao EBITDA, que ficou US$ 67 milhões (R$ 357,5 milhões) abaixo de 2018. Segundo um executivo, isso se deu justamente pelos custos da expansão do negócio de assinatura e para outros restaurantes.

Via Business Insider

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Imagem: Darkmoon Art/PIxabay/CC