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O prazo dado pelo governo dos Estados Unidos para a venda do aplicativo chinês TikTok terminou na última sexta-feira (4) e nenhuma nova prorrogação deve ser concedida. Ainda sim, a rede social deve permanecer funcionando no país, pelo menos até segunda ordem.

De acordo com a Bloomberg, o governo não deve cumprir o banimento e nem conceder uma multa para a plataforma por enquanto, já que a ByteDance, dona da TikTok, ainda está negociando com as autoridades.

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O presidente Donald Trump assinou, em agosto, uma ordem condicionando a continuidade do aplicativo no país à venda do para uma empresa americana. Na época ele disse que o serviço era “uma ameaça para os Estados Unidos”. O primeiro prazo, de 90 dias, terminou em 12 de novembro, mas foi prorrogado até o início deste mês.

Situação instável

Durante o período, a Suprema Corte impediu que o Departamento de Comércio dos EUA interrompesse as transações financeiras envolvendo o TikTok no mês outubro. Posteriormente, outras liminares favoráveis ao aplicativo também foram concedidas em tribunais regionais.

Ainda no prazo, TikTok, Walmart e Oracle anunciaram a TikTok Global, empresa que ficaria responsável pelo funcionando do serviço nos Estados Unidos, uma espécie de venda parcial da plataforma. “Após a criação da TikTok Global, a Oracle/Walmart fará seu investimento e as ações da TikTok Global serão distribuídas aos seus proprietários. Os americanos serão a maioria e a ByteDance não terá propriedades da TikTok Global”, destacou a empresa na época.

Apesar disso, o governo Trump não se convenceu com a proposta e disse que o controle do app continuaria com a China. A partir daí, novos acordos foram discutidos, mas ainda não existe nada acertado entre os chineses e os Estados Unidos.

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A Bloomberg ainda afirma que Donald Trump agora pretende acelerar as negociações, já que o presidente eleito Joe Biden toma posse em janeiro e sua postura em relação a empresas chinesas dentro dos Estados Unidos ainda não está clara. Por enquanto, o app que conta com mais de 100 milhões de usuários nos EUA e 700 milhões no planeta continua disponível no país.

Via Bloomberg