Vida Celular

Tudo sobre os melhores celulares

Nós do Vida Celular e nossos parceiros utilizamos cookies, localStorage e outras tecnologias semelhantes para personalizar conteúdo, anúncios, recursos de mídia social, análise de tráfego e melhorar sua experiência neste site, de acordo com nossos Termos de Uso e Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Há pouco tempo atrás, foi divulgado que a Huawei já havia vendido a subsidiária Honor para um empreendimento conjunto entre a Digital China (distribuidora de aparelhos da Honor) e o governo de Shenzhen (cidade chinesa). Mas, através de um porta-voz, a Huawei negou que a venda da Honor tenha acontecido de fato e disse que isso não passa de um boato. De acordo com as notícias anteriores, a venda da subsidiária seria por cerca de 100 bilhões de Yuans, o equivalente a R$ 85 bilhões.

Mesmo sem provas, a acusação de que a empresa forneceria informações do povo norte-americano para o governo chinês foi um abalo na credibilidade da empresa. Além disso, não podemos nos esquecer da falta dos apps e serviços móveis do Google.

publicidade

Muitos consideram que, com as recentes proibições em solo americano, a empresa teve uma queda no mercado internacional. Porém, uma pesquisa recente revelou que a marca possui mais de 50% do mercado de smartphones 5G na China. Com a vitória de Joe Biden nas eleições dos EUA, a possível venda da Honor poderia ser reavaliada pela Huawei.

Huawei nega rumores sobre venda da Honor (Imagem: Karlis Dambrans/Flickr)

Huawei nega rumores sobre venda da Honor (Imagem: Karlis Dambrans/Flickr)

Assim, muitos especialistas afirmam que essa separação seria boa tanto para a Huawei quanto para a Honor. Assim, a venda poderia ser feita com o objetivo de não fazer com que ambas afundem juntas. Por outro lado, muitos acreditam que a marca não deve abandonar sua subsidiária. Mas, uma coisa é certa: a Huawei precisa dar o passo final para concretizar ou não o negócio. Pelo menos por enquanto, a empresa nega qualquer venda da Honor.

Via Gizchina.

publicidade