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Isto pode soar estranho, mas prestes a voltar para o WearOS, a Samsung agora quer que os donos do seu primeiro relógio inteligente com Android migrem para o Tizen. Lançado em 2013, o Galaxy Gear chegou em um momento em que a ambição da sul-coreana pelo seu próprio sistema operacional crescia. Mas, na ocasião, não deu tempo de embutir o Tizen de fábrica nele.

Qual foi a solução? Liberar o sistema proprietário Tizen para o Galaxy Gear posteriormente. Assim, mesmo saindo de fábrica com o Android Wear para vestíveis (que na época ainda não havia sido nomeado como Wear OS), o modelo poderia migrar para o sistema mais atual — uma política que a empresa não parece querer adotar com o Galaxy Watch 3 agora que fará o caminho inverso. Quem tem o smartwatch de 2013 e optou por seguir no sistema do Google perderá, em agosto, acesso à loja de apps. E só há uma forma de impedir isto: migrando para o finado Tizen.

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Procedimento envolve zerar dados do relógio

Este procedimento está disponível há muitos anos — mas envolve o apagão completo de dados e arquivos. Um detalhe aqui é que o Galaxy Gear chegou com uma câmera ao mercado, sendo um dos poucos modelos a captar imagens nativamente — e que precisariam ser transferidas para o smartphone durante a migração de sistema. Outra questão envolve a compatibilidade de apps: a loja do Tizen tem serviços populares, mas não a diversidade do ecossistema Wear OS, que é uma evolução do Android Wear.

Quem ainda tem o Galaxy Gear e não fez a migração para o Tizen, poderá postergar esta decisão até 05/08. Depois disso, a loja de apps ficará inacessível, e o suporte a apps já instalados, prejudicado. A “boa” — e conveniente — notícia é que também em agosto a Samsung deverá oficializar os primeiros Galaxy Watch 4 com a nova interface One UI Watch, feita em cima do Wear OS, e 100% compatível com ele.

Via Sam Mobile

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