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O Facebook e a marca francesa Gucci se juntaram em um processo judicial contra um esquema de falsificação. O réu, que não foi citado no post oficial da rede social, usava as redes sociais para vender produtos falsificados da grife. Essa é a primeira ação do gênero que se vê entre empresas contra a proliferação de falsificados na internet.

Segundo o post oficial da empresa de Zuckerberg, o usuário processado tinha diversos perfis tanto no Facebook como no Instagram nos quais vendia bolsas e acessórios falsos da Gucci. Ao manter esse tipo de comércio, o indivíduo burlava as regras das redes sociais que protegem a propriedade intelectual, além de configurar crime.

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O Facebook também comenta que aprimorou o sistema de identificação e derrubada de conteúdos que infrinjam suas regras de proteção à propriedade intelectual, bem como está trabalhando em outras medidas para coibir essa prática.

Índices de fraudes

Os números de casos envolvendo a venda de produtos falsificados aumentou durante a pandemia de coronavírus. Só no ano passado, mais de um milhão de conteúdos ligados à falsificação foram removidos do Facebook e do Instagram, segundo relatórios das próprias marcas. Só a Gucci derrubou 45 000 sites de falsificados, acumulando uma lista de 4,1 milhão de produtos.

E a junção de forças entre as Facebook e Gucci vai além do combate à falsificação e comércio de produtos fraudulentos ou ilegais. As empresas de tecnologia precisam criar um espaço que garanta a segurança para que grifes queiram anunciar ou permitir a venda de seu produto. Principalmente o Facebook que tem enfrentado dificuldades em lidar com fraudes.

Via Reuters

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Imagem: Julien Tondu/Unsplash/CC