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O Facebook está disponibilizando uma base de dados de código aberto para ajudar programadores a desenvolver Inteligências Artificiais (IAs) sem viés racial. A ferramenta, batizada de “Casual Conversations”, é um conjunto de gravações para ajudar algoritmos a testar o reconhecimento de faixas etárias, gêneros e grupos étnicos.

São um total de de 45,186 gravações em vídeo de cerca de 3,000 pessoas, todas elas atores e atrizes contratados pelo próprio Facebook. Os participantes classificaram as imagens conforme idade, gênero e racialidade pertencentes, para reduzir o erro de identificação. Junto a essas classificações, os desenvolvedores de IA da rede de Zuckerberg acrescentariam suas avaliações raciais com base na escala de Fitzpatrick – que inclui seis tipos diferentes de tipos de pele.

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Embora a base de dados do Facebook não traga códigos abertos para desenvolvimento, a ferramenta é útil para programadores testarem suas IAs. Inteligências Artificiais, quanto menos expostas a diversidade, mais erros de identificação apresentam. Por isso, é importante que estes algoritmos de reconhecimento sejam testados nos grupos mais diversos de pessoas.

Faça o que eu digo, não faça o que eu faço

No momento, o Casual Conversations ainda é um pouco limitado, já que o recurso resume os gêneros em apenas três: masculino, feminino e outros – este último resumindo todos os não-binários. Definições amplas como essa podem continuar decepcionando no que diz respeito à minorias.

Interessante notar que, apesar da base de dados ser um bom passo rumo à representatividade, quando o assunto é viés racial, o Facebook ainda tem muito o que melhorar. A rede social foi investigada recentemente por racismo sistêmico nas suas contratações para equipe. Além disso, um estudo recente diz que o algoritmo da empresa também discrimina mulheres.

Via Zdnet

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Imagem: Alexander Suhorucov (Pexels)