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A alma do negócio da Amazon é a entrega rápida das encomendas dos consumidores. Para garantir o cumprimento desse compromisso, a empresa anunciou que vai comprar 11 aviões usados, modelo Boeing 737-300 e, assim, constituir uma frota própria de aeronaves de carga.

Os aviões são todos usados. Sete deles vêm da Delta AirLines e quatro da WestJet Airlines e devem começar a operar ainda este ano.

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A iniciativa vem de encontro ao aumento de demanda da companhia. Um relatório da Universidade DePaul, lançado em setembro de 2020, apontou que a Amazon apresentou aumento de 27% nos seus voos diários de entregas entre abril e agosto, demonstrando um salto extraordinário durante a pandemia, quando o transporte de carga aérea global enfrentou retração de 20% entre junho e julho.

Sem atravessadores

Com as operações de carga aérea crescendo exponencialmente nos últimos anos, a Amazon enfrentou alguns contratempos com as empresas de logística. Em 2019, por exemplo, a FedEx, uma das empresas logísticas mais famosas dos Estados Unidos, rompeu contrato com a Amazon, o que serviu como pontapé para a companhia iniciar o aluguel de aviões e, assim, reduzir a dependência de empresas terceiras para suas entregas.

Agora, é a hora de adquirir aeronaves próprias e expandir o alcance de suas operações que, hoje, estão concentradas em aeroportos regionais e próximos aos centros de distribuição. A Amazon ainda vai contar com o apoio de terceiros, como os Correios, por exemplo, mas pretende ganhar mais autonomia e independência na logística. As novas aeronaves serão operadas por transportadoras terceirizadas, como ocorre com os aviões arrendados.

Sarah Rhoads, vice-presidente que comanda a frota aérea da Amazon afirmou que contar com aviões próprios permite o melhor gerenciamento das operações a e garantia das entregas rápidas. A expectativa da Amazon é que sua frota tenha mais de 85 aviões até o final de 2022, entre os alugados e os próprios.

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Via Bloomberg e Geekwire