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Apple e Facebook continuam a se arranhar em uma disputa mercadológica que teve como ponto culminante a futura atualização do iOS 14. O recurso do sistema operacional que vai garantir a privacidade dos dados do usuário caso ele opte por isso, pode bloquear a forma como o Facebook customiza e distribuiu anúncios (sua forma de vida). A rede social de Zuckerberg se sentiu ameaçada e começou uma série de ataques em jornais impressos dos EUA contra a gigante de Cupertino (que você pode conferir aqui e aqui). Após o texto mais recente contra a Apple, o CEO Tim Cook deu mais uma resposta pessoalmente ao Facebook, em seu perfil no Twitter.

O CEO apresentou um print da tela do iOS 14 que pergunta ao usuário se ele deseja ter seus dados rastreados pelo app do Facebook ou não. No pop-up da mensagem, existe um espaço que contém o seguinte texto (que pode carregar leves traços de ironia): “Aqui, junto de outras telas, o Facebook pode explicar porque os usuários devem permitir o rastreamento”.

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O Facebook já havia escrito um texto em seu blog oficial e dispensado uma quantia alta para dois anúncios de página inteira, em dias intercalados, nas versões impressas de grandes jornais como New York Times e Washington Post. O propósito era criticar essa política de proteção dos dados dos usuários. Nos textos, o Facebook alega que essa atualização irá “abalar a liberdade” da internet. Além de afetar os negócios de “pequenas empresas” que precisam dos dados que sua rede social coleta para fazer anúncios pagos. Segundo o dono da rede social, sem esse rastreamento, os anúncios pagos dos pequenos negócios podem ter um corte de 60% nos números de resultados.

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Enquanto a rinha entre as gigantes da tecnologia segue firme, a atualização do sistema operacional do iPhone continua em desenvolvimento. Seu lançamento está previsto para o início de 2021.

Via Apple Insider

Imagem: Wikimedia Commons/CC