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Mesmo com o fim das eleições para presidência nos EUA, seus efeitos ainda podem ecoar por um tempo e, até que tudo esteja realmente certo, surpresas podem ocorrer. Por isso, as empresas Facebook e Google mantiveram os anúncios políticos banidos de suas redes.

No final de outubro, Mark Zuckerberg decidiu que removeria propagandas políticas de suas redes por tempo indeterminado. A escolha foi tomada porque o dono do Facebook e seus executivos estiveram observando a corrida pela presidência e sentiram que poderia haver algum risco caso Biden ganhasse. Isso porque Trump esteve em contato com o grupo de extrema direita Proud Boys, que disseram ao candidato “segure e aguarde”. 

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Já a Google decidiu tomar a decisão após a concorrente. Em um post no blog da marca, explicou que os resultados da eleição poderiam demorar um pouco mais este ano devido ao aumento de votos feitos por correio. Além disso, argumentou que o bloqueio dos anúncios era necessário para evitar maiores confusões ao longo da apuração e após.

Grupos radicais

Não obstante os conselhos recebidos por Trump de grupos da supremacistas, Biden tem sido atacado por uma rede de fake news espalhadas por diversos outros apoiadores do ex-presidente. Dentre eles, o movimento Stop The Steal tem utilizado o Facebook para disseminar desinformação a respeito das eleições e da campanha dos Democratas. 

A equipe de Biden criticou o Facebook por demorar a tomar medidas de controle dessas manifestações. Bil Russo, da assessoria de imprensa do candidato, acusou a rede social de Zuckerberg de “esgarçar o tecido da democracia”. Em resposta, a empresa alegou que já removeu algumas páginas e grupos ligados ao movimento de fake news e está tentando reduzir o fluxo de desinformação.

Lei brasileira

No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral produziu uma cartilha compilando as novas leis para anúncio de candidatos na internet. O material foi disponibilizado no site da Justiça Eleitora de forma gratuita. No manual, consta a definição de cada tipo de anúncio, o que configura um patrocínio nas redes e demais informações. Informa também que cabe aos portais removerem propagandas ilegais ou fora dos termos da lei sob pena de multa. Entretano, não aborda nada a respeito do banimento de anúncios políticos como esse realizado pelo Facebook e Google nos EUA.

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Via: Engadget