Não atuante no Brasil, a Fitbit é conhecida internacionalmente pelos seus vestíveis inteligentes. Com muitos smartwatches no mercado, a companhia chamou a atenção do Google, que comprou a fabricante. Já sob novo comando, a marca está lançando a Fitbit Luxe, que como o nome sugere, aposta em ar de exclusividade.
Um pouco cara para uma pulseira inteligente — mas ainda longe dos preços cobrados pela Apple pelos seus relógios — o dispositivo traz recursos de monitoramento de sono e estresse, mas sem o melhor que a própria Fitbit tem para acompanhar essas métricas. Aqui, são utilizados algoritmos que combinam nível de atividades físicas, batimentos cardíacos e outros para se chegar a estes resultados. Curiosamente haverá uma função de oxímetro, mas a ser liberada apenas com uma atualização futura.
Com tela colorida touchscreen, a Fitbit Luxe é lançada com autonomia de bateria para até cinco dias, desempenho mediano para um produto que, por não usar um SO completo como o Wear OS, deveria ter um gasto menor de energia. Como a maioria das pulseiras inteligentes, não há GPS embutido, o que não chega a ser um problema para quem sempre utilizá-la ao lado de um smartphone.
Um pouco melhor mediante assinatura
Sobre rastreamento de atividades físicas, o produto dá conta de detectar 20 atividades distintas, com ativação automática para algumas delas. É possível melhorar as ferramentas fitness e se apoiar em algoritmos melhores para análises mais precisas mediante uma assinatura mensal de US$ 10 (R$ 55 em conversão direta hoje, 19/04). Há um período de degustação de seis meses para o serviço.
O principal apelo do dispositivo é mesmo o seu visual arrojado que foge do que temos nesse mercado: para além das opções de pulseiras comuns em branco, preto e rosa, há a opção por um bracelete metálico dourado. Os preços começam em US$ 149 (R$ 826), e podem chegar a US$ 199 (R$ 1.109). Por enquanto, o dispositivo chega aos Estados Unidos.
Longe de ser o melhor produto da própria Fitbit, a Luxe é lançada como uma opção para quem quer um rastreador de atividades com mais personalidade. Quem não liga muito para isso, consegue Fitbits melhores pagando um pouco a mais, ou levando uma experiência parecida — com design mais simples — a um preço mais baixo. Há produtos um pouco mais avançados chegando no mercado também, para quem não faz questão de ter uma pulseira do Google.
Via Cnet