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A Apple concordou em pagar cerca de US$ 3,4 milhões (R$ 18,9 milhões) em um acordo judicial que acusa a empresa por obsolescência programada dos iPhones no Chile. A decisão envolve as atualizações de 2017 do iOS 11, que afetou o desempenho da bateria de aparelhos mais antigos, forçando os usuários a trocarem de iPhone.

Cerca de 150 mil usuários de proprietários de iPhones dos modelos 6, 6S, 7 e SE teriam entrado em uma ação contra a empresa de Cupertino, alegando que seus dispositivos começaram a desacelerar após a instalação de uma versão do iOS em dezembro de 2017.

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De acordo com a agência internacional de notícias AFP, a justiça determinou que o valor pago pela Apple será utilizado no ressarcimento destes usuários, com o limite de US$ 50 (R$ 150) por usuário. A decisão ainda determina que, se um iPhone era compartilhado por alguém, esta quantia terá que ser dividida entre o número dos usuários.

Reincidência programada

Apesar de inusitada, a decisão da justiça do Chile não é a primeira envolvendo as atualizações de 2017 da Apple. No ano passado, a empresa de Cupertino também se submeteu ao pagamento de mais de US$ 113 milhões (R$ 560 milhões) para encerrar investigações conduzidas por um grupo de 34 estados americanos após usuários relatarem que a bateria de modelos do iPhone 6S e 7 passou a diminuir com as mesmas atualizações. Na época, a Apple admitiu que a atualização afetava propositalmente o desempenho dos aparelhos antigos, mas se recusou a admitir que a medida seria uma estratégia para forçar os usuários à troca do iPhone.

O caso ficou conhecido como “Batterygate”. Após os escândalos, em 2018, a empresa ajustou configurações no iOS de modo que as práticas de gestão de energia fiquem mais claras para os usuários.

Via Apple Insider

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