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A união entre Facebook e Giphy tem enfrentado diversas preocupações no Reino Unido quanto a um risco de monopólio, mesmo um ano depois. Na última quinta-feira (25/03), a autoridade de concorrência do país deu cinco dias para as empresas apresentarem propostas que solucionem o impasse.

O governo britânico conduziu uma investigação preliminar sobre o caso em janeiro. E o que se descobriu é que existe um risco de que o Facebook, por conta do seu amplo poder de mercado, sabote os planos de expansão do Giphy e estabeleça um monopólio. “Se Giphy e Facebook continuarem unidos, o Giphy pode ter menos incentivo para expandir sua publicidade digital”, diz o comunicado do órgão.

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Integração interrompida

O Facebook comprou o Giphy, um site popular que armazena arquivos GIFs (imagens animadas), em maio do ano passado, por US$ 400 milhões. A ideia era que a biblioteca de GIFs fosse incorporada ao Instagram e outras redes “para que as pessoas encontrassem a forma correta de se expressar”.

No entanto, a integração teria sido paralisada no mês seguinte, segundo relatos de fontes à Reuters. Os motivos não foram divulgados.

Sobre o acordo, o Facebook afirma que a integração do Giphy a plataformas como Twitter, Snapchat e TikTok não vai mudar. “Essa fusão é boa para a concorrência e o interesse de todos no Reino Unido que usam Giphy e nossos serviços, de desenvolvedores a provedores de serviços e criadores de conteúdo”, disse um porta-voz da empresa, acrescentando que a empresa vai cooperar com a investigação.

O caso Giphy é mais um desdobramento de uma série de acusações de monopólio contra o Facebook nos últimos meses. No fim do ano passado, a Comissão Federal do Comércio dos EUA e 46 estados americanos abriram processos simultâneos nos quais acusam a companhia da Califórnia de violar regras antitruste. Entre as penalidades para o Facebook, estaria prevista a venda forçada de WhatsApp e Instagram.

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Via Reuters

Imagem: Annie Spratt/Unsplash/CC