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A próxima atualização do iOS está gerando bastante conversa devido a um recurso que, é a justificativa da Apple, deve proteger a privacidade dos usuários do iPhone. Chamado de App Tracking Transparency, deve dar o poder aos usuários de escolherem se querem que seus dados sejam rastreados pelos aplicativos. Esse sistema antirrastreamento já gerou uma briga com o Facebook e, agora, a Apple terá de enfrentar um inquérito na França.

Um grupo de empresas de publicidade, representado pelo lobby France Digitale, decidiu processar a Apple por sua política antirrastreamento com o argumento de que esse novo recurso vai impactar sua renda. Afinal, diversas empresas utilizam esses dados rastreados para entregar anúncios direcionados, com “maior precisão”, ao público alvo. E também  para medir os resultados de suas campanhas. O grupo também reclama que essa prática antirrastreamento pode beneficiar a Apple, que tem seu próprio meio de rastreio de comportamento do usuário.

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Investigação do antirrastreamento

O processo será avaliado pelo órgão regulador de competitividade do mercado do país. Contudo, a reclamação foi aceita parcialmente. As autoridades francesas apontaram que obter consenso dos usuários se querem ser rastreados não é uma prática abusiva. Mas, para garantir que exista igualdade de competição entre as empresas, o órgão vai abrir um inquérito para investigar se a Apple aplica as mesmas para seus serviços.

Em entrevista para a Bloomberg, executivos da Apple alegaram estarem gratos que as autoridades francesas entendem que o antirrastreamento é importante para os usuários e vão contribuir com o inquérito. Entretanto, a Maçã deixou um recado para empresas que abriram o processo, apontando que “as alegações no processo são notoriamente falsas e serão vistas como realmente são: uma tentativa fraca daqueles que rastreiam seus usuários de camuflar suas ações e enganar os agentes reguladores”, disse um representante a Reuters.

Via MacRumors

Imagem: Alexandre Lallemand (Unsplash)

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