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Duas das principais empresas de transportes dos Estados Unidos, Uber e Lyft, deixaram a rivalidade de lado para resolver um problema em comum. Concordaram em compartilhar informações sobre os motoristas perigosos, agressivos e/ou abusivos sexualmente.

O Industry Sharing Safety Program foi criado com o objetivo de identificar motoristas assim. A ideia desse compartilhamento de dados por meio da plataforma é evitar que esses motoristas possam sair da Lyft para ir para a Uber e vice- versa. Ou seja: para que não consigam pular para o serviço de uma empresa diferente e continuar lá, como se nada tivesse acontecido. Depois de pronto, o Industry Sharing Safety Program será disponibilizado para outras empresas, desde que elas “concordem em relatar informações sobre seus próprios motoristas afastados, junto com o uso de uma taxonomia compartilhada especial para relatórios de incidentes, entre outras coisas”.

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Como funcionará?

A plataforma compartilhada criada por Uber e Lyft para identificar os motoristas perigosos/abusivos não será criada do zero. Ela utilizará os dados já existentes no banco criado pelo Centro Nacional de Recursos de Violência Sexual (NSVRC) e pelo Instituto Urbano. Lá estão arquivadas denúncias de assédio sexual, má conduta sexual e agressão sexual feitas ao Uber por seus usuários.

Entre os exemplos de má conduta estão listados comportamentos como: comentários ou gestos com conotação sexual ou desrespeitosa, olhar fixo e toque não consensual. A empresa responsável por gerir os dados da nova plataforma e fiscalizar se Uber e Lyft estão colaborando para identificar os motoristas infratores, perigosos ou abusivos, será a HireRight.

“As empresas trabalharam com a HireRight para desenvolver um processo abrangente e centrado no passageiro que incorpora os aprendizados dos defensores da violência anti-sexual nos últimos anos e prioriza a segurança, privacidade e justiça para motoristas e passageiros”, explicaram Uber e Lyft, em comunicado conjunto.

Via Slash Gear
Imagem: Energipic/Pexels/CC

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