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O Facebook confirmou nesta quinta-feira (17/12) que vai reverter um mecanismo interno em seu algoritmo que priorizava o aparecimento de notícias confiáveis no feed dos usuários.

De acordo com informações do The New York Times, a decisão contraria um grupo de funcionários do Facebook que desejava pela continuidade do mecanismo. Segundo um porta-voz da empresa, Joe Osborne, já estava previsto que a mudança seria temporária.

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“Esta foi uma mudança para limitar a propagação de afirmações imprecisas sobre a eleição”, explicou Osborne, em entrevista ao site The Verge. “Notícias são uma pequena porção do que as pessoas veem no Facebook e notícias políticas representam uma fração ainda menor desse conteúdo”, continuou. “Ainda estamos garantindo que as pessoas vejam notícias confiáveis e informativas no Facebook, especialmente durante ciclos maiores de notícias e sobre importantes tópicos globais como eleições, Covid-19 e mudanças climáticas”, finalizou o executivo.

Após o fim das eleições presidenciais em 2020, o Facebook constatou um grande aumento na veiculação de notícias com conteúdo enganoso. Para mitigar a desinformação, a plataforma criou um índice interno para confiabilidade de notícias, batizado de NEQ (em português, “qualidade de ecossistema de notícias”). Como resultado, veículos considerados neutros como Times, NPR e CNN observaram aumento no tráfego, enquanto o fluxo de sites partidários com informações mais “incendiárias” caiu.

Desinformação na mira

O Facebook também tomou medidas contra a desinformação eleitoral. Em outubro, a plataforma anunciou que, após a eleição, iria proibir anúncios políticos dos Estados Unidos e rotular todas as postagens sobre eleições, redirecionando os usuários para informações oficiais. A empresa também restringiu publicações pagas para candidatos.

O Facebook afirma que, desde o fim da eleição, houve uma diminuição na quantidade de notícias ou publicações com cunho político.

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Imagem: Brett Jordan/Unsplash